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Sexta-feira, Maio 30, 2008 Um dos filmes mais vistos nos EUA... Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, ao meu ver: bastante criatividade, exagerados efeitos e muito pouco enredo (contradição?) Tristeza... Vale para ver um Harrison Ford sessentão, cheio de gás (no bom sentido) e reviver a emoção do primeiro filme com a música tema. Curiosidade: O Chapéu é fabricado em Campins interior de São Paulo. Super-beijo
posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 7:20 PM Quero Recordar...:
posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 11:35 PM Quero Recordar...:
posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 10:00 PM Quero Recordar...:
posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 3:25 PM Quero Recordar...:
posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 4:54 PM Quero Recordar...:
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posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 4:32 PM Quero Recordar...:
posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 2:24 PM Quero Recordar...:
Quanto tempo... É que ando sem pc... Fui ver Star Wars...
Bom sem comentários, tenho algumas críticas mas nem vou colocá-las aqui, sou fanzona da série... Eu tive que ir marcar meu ponto hehehe Bjus Mil e até posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 2:57 PM Quero Recordar...:
posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 10:58 AM Quero Recordar...:
Gente! Uma homenagem ao Eterno Super-Homem... Sem mais... Bjus
11/10/2004 - 14h56 Ator Christopher Reeve morre aos 52 anos de parada cardíaca WASHINGTON, 11 out (AFP) - O ator americano Christopher Reeve, que ficou famoso interpretando o herói das histórias em quadrinhos Super-Homem em quatro adaptações para o cinema, morreu neste domingo nos Estados Unidos devido a uma parada cardíaca aos 52 anos de idade, informou seu porta-voz Wesley Combs. Reeve, que ficou tetraplégico em 1995 ao cair de um cavalo, morreu às 17h30 (18h30 em Brasília), no Hospital Northern Westchester de Nova York, depois de ter entrado em coma no sábado. Ele sofreu um ataque cardíaco em casa enquanto era atendido por causa de um problema de escara - ferida comum a pessoas paraplégicas ou que passam longos períodos doentes na cama. "A ferida estava gravemente infectada. Reeve entrou no Hospital Northern Westchester no sábado e não voltou a recuperar a consciência. Sua família esteve a seu lado no momento de sua morte", informou o porta-voz. Reeve ficou conhecido mundialmente ao interpretar o Super-Homem no filme homônimo lançado em 1978, dirigido por Richard Donner. O ator voltou a interpretar o "Homem de Aço" em mais três produções. Outra produção de grande sucesso em que participou foi "Em Algum Lugar do Passado" (1980). Ele continuou com sua carreira artística, dirigindo produções para o cinema e a televisão. Foi também protagonista de uma versão para a TV de "Janela Indiscreta", de Alfred Hitchcock, que lhe rendeu um prêmio Screen Actors Guild. Uma de suas últimas participações como ator foi no seriado de televisão "Smallville", que conta as aventuras do adolescente Clark Kent antes de se tornar o Super-Homem. Dana Reeve, esposa do ator, agradeceu às enfermeiras e aos milhões de fãs em todo mundo que apoiaram seu marido durante o período em que esteve impossibilitado de andar. A mulher e a família do astro, porém, não mencionaram ainda a data ou local do funeral. Reeve ficou tetraplégico ao sofrer uma dupla fratura da vértebra cervical e outros danos na coluna dorsal ao cair de um cavalo em uma competição de equitação no estado da Virgínia (Estados Unidos), em 1995. Casado e pai de três filhos - um do casamento com Dana e dois de uma união anterior -, depois do acidente, Reeve passou a respirar apenas através de assistência mecânica. A condição não deteve o ator, que passou a ser uma referência para as pessoas com danos na coluna cervical e um ativo defensor das pesquisas sobre doenças que afetam o sistema nervoso central e o cérebro. Mesmo sem muitos movimentos, o astro se engajou na luta pelo uso das células-tronco no tratamento de doenças e lesões. Reeve fundou e dirigiu sua própria organização de caridade para buscar uma cura ou paliativos para este tipo de problemas. Ele lutou para que os deficientes tivessem melhor qualidade de vida, ao organizar eventos esportivos para pessoas inválidas e ajudar para que fossem aprovadas leis federais que permitissem a volta das pessoas deficientes ao trabalho, enquanto continuavam recebendo benefícios. Reeve era visto freqüentemente em Capital Hill e outros locais, arrecadando fundos para pesquisas sobre várias doenças e dando testemunhos de sua cadeira de rodas, apesar de seu deteriorado estado de saúde. Era defensor da pesquisa com células-tronco embrionárias, um dos principais temas da agenda eleitoral americana, ao qual se opõe o presidente republicano, George W. Bush. O adversário democrata de Bush, John Kerry, referiu-se a Reeve como um "herói americano" e prometeu continuar com a campanha a favor destas pesquisas. "Era uma inspiração para todos nós e deu esperanças a milhões de americanos que contam com tratamentos que a ciência e a pesquisa podem produzir para salvar vidas", disse Kerry num comunicado, publicado em Santa Fe (Novo México, sudoeste). "Ele enfrentou cada desafio com uma coragem e uma personalidade que abriram novas frentes nesta luta", acrescentou o presidenciável, que chamou o ator de amigo. Reeve escreveu dois livros após seu acidente: "Ainda sou Eu" (1998), que se tornou best-seller em Nova York, e "Superar o Impossível" (2002). -Uol Notícias- posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 9:02 PM Quero Recordar...:
posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 9:47 AM Quero Recordar...:
Fui assistir Pelé - Eterno.
Não sou santista nem nada , mas eu quiz assistir pois Pelé é realmente o que há... Gostei, não pelo filme em si, pois não é nenhuma obra prima, mas vale a pena para ver os gols que ele fez... Só não gostei muito da parte em que mostra sua vida pessoal. Acho que ele deveria apenas apresentar sua vida profissional... que foi no que ele foi bom! Se ele teve sócios não muito confiáveis, se teve filhos com outras mulheres, pouco importa para o futebol. Bjokinhas posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 11:37 AM Quero Recordar...:
Que tipo de filme ela seria? Uma superprodução? Uma aventura? Um romance? Ou uma comédia? Sua vida tem personagens fortes, amores impossíveis, conspirações? É musical, cheia de suspense ou pura ficção? Faça o teste e descubra! O Meu resultado:
And the Oscar goes to:
Uma Mente Brilhante conta a história da luta do matemático, ganhador do Prêmio Nobel, John Nash contra a esquizofrenia. Mas você não precisa ser um gênio nos números para se identificar com o filme. O drama estrelado por Russell Crowe mostra momentos extremamente difíceis da vida de Nash. Dificuldades de aceitação pelos colegas, internação em hospital psiquiátrico, crise no casamento. Mas o filme também tem suspense, romance e é extremamente envolvente, daqueles que faz a gente torcer o tempo todo. Você é surpreendido pela história e se apaixona pelos personagens e derrama lágrimas. A principal mensagem é de otimismo! É o ensinamento de que uma mente brilhante pode vencer problemas tão graves quanto a loucura. Principalmente se você fizer o que gosta, contar com apoio de pessoas queridas e topar aprender com elas e ensinar o que aprendeu. posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 3:09 PM Quero Recordar...:
Fomos assistir HP e o prisioneiro...
Bom sou suspeita, porque simplesmente adoro o jeitão dos filmes. É muito legal! Mas o mais legal foi o que aconteceu... Depois de passar mal durante o dia, minha filha não poderia jamais ter perdido a estréia do filme... Na fila "chamou o ugo" várias vezes... febrão de 39, e nada de querer ir embora pra casa... não podia perder por nada a estréia. Entramos, sentamos e o filme começa.... meia hora depois "ugo" novamente... em plena seção, no copinho de coca-cola... e o "ugão" lá todo cheirosinho... e é claro do meu lado... O que a gente não faz por um filho.... Nem a magia do HP resolveu tal fato, tive que aguentar o perfurme até o final do filme.... Bjokinhas posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 4:52 PM Quero Recordar...:
posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 11:22 AM Quero Recordar...:
![]() Por Catherine Hours (Nova York) É esperado que o episódio final de "Friends", que se transformou em uma das comédias televisivas de maior sucesso da última década, tenha uma audiência recorde e que a publicidade nos intervalos do episódio alcance preços inéditos. Foram dez anos de presença nas telas com 236 episódios de ambiente nova-iorquino, de amizade e de alternativas românticas para os seis personagens considerados emblemas de uma geração e seguidos nos Estados Unidos e no resto do mundo. Na próxima quinta-feira a NBC vai transmitir "duas horas de celebração", uma retrospectiva de cenas "clássicas", e em seguida entra no ar o episódio final que, intitulado "Os seis amigos se dispõem a dizer adeus", deveria responder à grande pergunta: Rachel e Ross terminarão juntos depois de dez anos de uma delicada relação amorosa? O suspense está bem cuidado, já que no penúltimo episódio Ross tenta persuadir Rachel a aceitar uma oportunidade de trabalho em Paris. Os seis jovens amadureceram. Mônica e Chandler moram no subúrbio e querem adotar um filho. Phoebe, a eterna solteira, se acostuma à vida conjugal. Joey quer ter uma oportunidade em Hollywood. O personagem dará lugar a uma nova série de televisão que levará seu nome, onde é possível que haja aparições dos outros cinco amigos. Os seis surgiram nas telas americanas em 1994, interpretados por atores advindos em sua maioria de séries sem sucesso, quase desconhecidos antes de se transformarem em estrelas e modelos de estilo (como o sucesso mundial do penteado de Jennifer Aniston, denominado "o corte Rachel"). Dez anos depois, a série gera nos Estados Unidos um frenesi comercial --kits de souvenirs para celebrar o último capítulo -- e mediático com emissões comemorativas, análises sociológicas ou econômicas de todo tipo, além de ter sido capa da revista Newsweek com o título desolador de "Perder amigos". O episódio da quinta-feira será visto por dezenas de milhões de espectadores, com um custo extraordinário de publicidade: dois milhões de dólares por 30 segundos, digno do Super Bowl, final do futebol americano. "É a comédia de uma geração, em termos de estilo de vida, de sensibilidade, e não só nos Estados Unidos mas no mundo inteiro, em um mundo urbano onde a família retrocede e a amizade cobra seu sentido pleno", disse à AFP Ron Simon, curador do Museu da Televisão e do Rádio em Nova York. "Um pouco como Seinfeld, embora mais tradicional", acrescentou. O final de "Seinfield", em 1998, também foi muito esperado, embora tenha decepcionado a audiência quando os roteiristas decidiram uma última virada no episódio, enviando todos os personagem para a cadeia. Alguns finais suscitaram muita emoção no país desde o final de "O Fugitivo" (1967), que encontra o assassino de sua mulher, até "Cheers" em 1993 ou de "Mash" dez anos antes. O público desfrutou das cenas finais de "Sex and the city" há apenas três meses, quando cada uma das protagonistas terminou feliz e realizada. Resta saber que comédia vai suceder "Friends", pois em maio também termina "Frasier", outro peso pesado das telas. Após os parênteses do verão boreal, as comédias de sucesso não serão numerosas na programação das cadeias de televisão aberta, que cada vez mais assistem a uma competição maior com as cadeias a cabo, menos limitadas em termos de expressão. (Uol notícias) posted by: <-=|Ñ¡ñä|=-> at: 4:40 PM Quero Recordar...:
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